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13° DIA - O Amor é justo

Providencie o seu livro ou tenha uma forma de consulta, leia o desafio do 13ª Dia na integra e anote as suas conquistas

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Se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não poderá subsistir. - Marcos 3:25

Há muito tempo eu li um livro, que falava que a paixão dura em média 2 anos, o tempo do namoro? Depois disso começamos a ver o outro na sua realidade, com o seus defeitos mais nítidos e com as suas falhas todas sem máscaras, às vezes lidamos bem com essas falhas as vezes elas são o principio dos problemas. E depois do casamento temos a sensação de que isso é mais acentuado, na verdade o cônjuge sempre foi do modo que é hoje a questão é que nós tínhamos mais tolerância e paciência, pensamos: Não tem problema ele ter este defeito porque ele é tão carinhoso, ou tão inteligente ou tão engraçado.

Depois de um tempo de convivência nós passamos a achar tudo muito comum, inclusive as qualidades, deixamos de olhar para nossos maridos/esposas com admiração e não percebemos com tanto carinho tudo o que nos atraiu para esta pessoa. Então paramos de cultivar o amor, e o relacionamento fica a deriva, na verdade, vez ou outra ele toma umas pancadas que quase fundam a embarcação. Somos duros, rudes, perdemos o respeito e as vezes até a fidelidade, seguimos atirando pedras e pedras e pedras e esperamos que algo miraculoso aconteça e recupere instantaneamente tudo aquilo que unidos destruímos. Nos momentos de raiva esquecemos do amor que sentimos e conseguimos ser agressivos como se nosso cônjuge fosse nosso pior inimigo. Coitado do nosso amor...

Precisamos lembrar que também somos imperfeitos, que somos humanos e que temos lutas que influenciam e atrapalham o relacionamento, como problemas no trabalho, na família, saúde. Devemos olhar para o outro com compaixão, devemos ter paciência e bondade, demos amar de verdade a pessoa que está do nosso lado! O amor já nos ensinou que temos um compromisso para a vida inteira e que devemos esperar o momento certo, as palavras certas e não acender a fogueira da desavença.

O livro nos dá dicas impagáveis e eu peço licença para colocá-las aqui: “Se não houver um guia de como abordar tópicos sérios, não haverá limites quando a discussão esquentar. Basicamente, existem dois tipos de limites para lidar com conflitos: os limites "nós" e os limites "eu".

Os limites "nós" são regras que ambos concordam de antemão, regras que se aplicam durante qualquer briga ou discussão. Cada um de nós tem o direito de gentilmente, mas diretamente, relembrar esses limites quando forem violados. Eles podem incluir:

1. Nunca mencionaremos divórcio.
2. Não levantaremos casos antigos e irrelevantes do passado.
3. Nunca iremos brigar em público ou na frente de nossos filhos.
4. Daremos um tempo se o conflito chegar a um nível nocivo.
5. Nunca tocaremos um no outro de modo ofensivo.
6. Nunca dormiremos com raiva um do outro.
7. O fracasso não é uma opção. Faremos o que for necessário para sairmos bem dele.

Os limites "eu" são regras que praticamos pessoalmente, por nossa conta. Aqui estão alguns dos exemplos mais eficientes:
1. Eu ouço primeiro para depois falar.
2. Eu lidarei com meus problemas honestamente.
3. Falarei com gentileza e manterei o meu tom de voz baixo. "

As brigas sempre ocorrerão, mas devemos ter uma noção de respeito, de amor e de limites! Uma forma de manter isso é sempre pedir a presença de Deus nas nossas conversas delicadas. Passamos o momento de sermos inteligentes e maduros nos nossos relacionamentos, precisamos agora decidir que vamos ter um casamento saudável e fazer de maneira tranqüila o que for necessário para sermos felizes juntos.

************ Desafio de hoje ***********

Converse com o seu cônjuge e estabeleça regras saudáveis de conflito. Se o seu cônjuge não estiver pronto para isso, então escreva os seus limites pessoais para a "briga". Decida colocá-los em prática quando o próximo desentendimento ocorrer.

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